o seu celular ☕️🐢
e o screenshot que tirei há 3 semanas.
Tenho uma teoria (ousada?)
sobre aquele estereótipo clássico
da pessoa-criativa-bagunçada:
Quanto mais digital a nossa
vida, mais improvável que esse
clichê siga existindo.
Antes, a organização era só física.
Hoje, temos uma camada extra.
E sem organização digital:
Referências se perdem no nosso
museu de prints esquecidoscelular.Ideias maravilhosas deixam
de ser anotadas ou são perdidas.Mostrar seu trabalho nas redes
fica 3,1416 mais difícil.
Felizmente, se organizar não precisa
algo ser complexo ou engessado.
Se você tem um sistema [1] simples
de “instalar” e [2] realista de manter,
menos decisões você precisa tomar.Quanto menos decisões você toma,
mais tempo e energia sobra para criar.
Por isso, queria agradecer ao Tiago Forte.
Ele simplificou a minha organização
digital e, agora, tem um livro (novo)
mostrando esse caminho simples
e realista :¬)
Quer conhecer o livro?
É só tocar aqui 📖
Toque aqui para conhecer “Organize e simplifique sua vida digital”
P.S. apesar de ser Terça, essa edição foi patrocinada pela Editora Sextante – que é tão legal a ponto de também aprovar esse trocadilho, hihi :¬)
📷 eu e você já temos conexão pelo LinkedIn? :)
🖍️ essa técnica foi tão, tão satisfatória de assistir!
💿 se você gosta de música indie, recomendo esse álbum da Clarissa.
🌳 espaços reais ilustrados – como esse e esse aqui – têm me fascinado.
Esse pum é sobre uma palavra que deveria existir.
Mas antes, um pouco de contexto:
Passei quase 2 semanas doente
porque a Elena (também dodói) tem
trazido vírus exóticos da creche, hihi!
Minha tendência seria sentir culpa
por não performar ao máximo, mesmo
sabendo, racionalmente, que essa
expectativa não é realista.
Mas, dessa vez, foi diferente.
E eu queria uma palavra que pudesse
comunicar o que senti:
A aceitação e – ouso dizer – a paz
de saber que eu só poderia fazer
o mínimo viável no trabalho.Sem ficar me culpando.
Uma palavra que nos lembre como,
nessas horas, precisamos ajustar
expectativas e usar um parâmetro
(realista) do quanto é [1] suficiente
e o [2] mínimo enquanto condições
adversas e fora do nosso controle
chacoalham a nossa vida.
A primeira palavra que veio à mente
foi uma brincadeira: “voláchill”.
Um trocadilho bilíngue com estar
“chill” (“relaxado” em inglês) com
a volatilidade inevitável da vida.
Amei? Não. Mas vou usá-la até
pensar em algo melhor, ahaha!
Aceito [1] outras ideias [2] histórias
sobre como você lida com esse
tipo de situação :¬)
Um abração 🐢💨





Acho curioso você ter parado pra caçar uma palavra pra explicar o 'livramento' de poder produzir menos por causa de uma condição externa.
Tenho focado no desafio de entrar nesse estado até quando uma condição interna retira a energia do dia e eu só poderia relaxar porque hoje só conseguira produzir o minimo. Mas sem a necessidade de uma 'desculpa' como estou doente, minha familia precisou de mim, meu carro quebrou....sabe?
Ótima reflexão que me fez lembrar um exercício interno necessário ^^
Eu achando que Tiago Forte era sua versão de calistenia hahahaha
Esses espaços ilustrados tão a coisa mais linda 🥹 amei
Então, na minha cabeça você teve autocompaixão e a palavra é comum, mas a atitude é difícil de alcançar. Parabéns! Hahaha